Della Libera abordou a história do processo eleitoral no Brasil, a evolução e as limitações existentes antes do voto universal, os direitos dos eleitores e o ordenamento jurídico.
O membro do MPMA destacou o artigo 14 da Constituição Federal, que estabelece o exercício da soberania popular pelo sufrágio universal, por meio do voto direto e secreto, com igual valor para todos. "A compra de votos macula o pleito, fere a cidadania e o direito de todos elegerem representantes dignos para o país".
Ele também citou a Lei das Eleições (nº 9.504/97), abordando a captação ilícita de sufrágio, caracterizada como o ato do candidato doar, oferecer, prometer ou entregar ao eleitor, com o fim de conseguir votos, bens ou vantagens de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública. O promotor enfatizou, também, que, segundo o Código Eleitoral, a compra de voto é crime.
Della Libera frisou que o direito ao voto foi conquistado após muita luta, transformações sociais e aprimoramento das instituições. "Esse direito deve ser exercido com prudência e sabedoria".
Ao final da palestra, os estudantes e professores fizeram perguntas e tiraram dúvidas com o promotor de justiça.
Fonte: (CCOM-MPMA)
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