É considerado por procuradores o “crime perfeito”: o BNDES pagar obras no exterior, em países sem órgãos de controle tipo TCU e MPF, com longo prazo de carência e sem licitação.
De acordo com o colunista, os contratos com países africanos eram “secretos”, protegidos por sigilo bancário, e eram “legalizados” por acordos bilaterais. Os contratos são todos muito expressivos.
Ainda como presidente, Lula garantiu dinheiro do BNDES à Odebrecht em Angola (R$ 1,6 bilhão) e República Dominicana (R$ 833 milhões).
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