Ministério Público questiona suspensão de medicamentos a pacientes com HIV-Aids em Imperatriz

mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini mini PJ Imperatriz reduzA 5ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da Saúde de Imperatriz emitiu Recomendação à secretária municipal de Saúde de Imperatriz, Conceição Madeira, e à coordenadora do Programa DST/Aids de Imperatriz, Aracelly Lemos Morello, solicitando “enérgica tomada de providências urgentes tendentes à regularização da situação, reestruturando o Programa DST/Aids no Município de Imperatriz”. Na manifestação, assinada pelo promotor de justiça Newton de Barros Bello Neto, o Ministério Público do Maranhão solicita informações e documentos sobre a distribuição dos medicamentos e as medidas para que os antirretrovirais continuem sendo fornecidos, além dos demais serviços a serem prestados por aquele programa. Faltam os medicamentos Tenofir, Lamivudina, Efavirens, TDF, 3TC e EFZ.

Newton Bello esclarece que, em julho de 2016, emitiu outra Recomendação seguida de Ação Civil Pública para tentar resolver a distribuição dos medicamentos, suspensos à época. Os medicamentos suspensos eram Ácico Folínico, Amoxilina, Clavulanato de Potássio, Azitromicina, Cloridrato de Potássio, Azitromicina, Cloridrato de Ranitidina, Ibuprofeno, Paracetamol, Ranitidina e Sulfametoxazol Trimetoprima.

A distribuição foi regularizada em julho, mas em outubro foi suspensa novamente de forma mais séria, pois os antirretrovirais são fundamentais para o tratamento dos pacientes. O Município de Imperatriz alega que a responsabilidade é do Governo Federal.

O membro do MPMA esclarece também que a cópia de toda a documentação foi encaminhada ao Ministério Público Federal a fim de apurar a responsabilidade da União pela falta dos medicamentos.

Fonte: CCOM-MPMA

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